"Viro-me na cama pela milésima vez esta noite! Deitei-me há horas mas sempre que fecho os olhos lembro-me de nós.. tenho medo de adormecer e ver que não passou de um sonho!
Ainda sinto o teu cheiro em mim! Ajeito a almofada, puxo o lençol para mim e inspiro fundo! Como gosto do teu doce cheiro... como gosto de ti!
Fecho os olhos, sinto os teus olhar em mim, o teu olhar cheio de carinho, amor e sentimentos que nem as palavras sabem exprimir. O calor dos teus lábios na minha pele e das tuas mãos no meu peito. As mãos, os lábios, os olhos...
Uma lágrima corre pela minha face e termina a sua jornada nos meus lábios... Não sei o que fiz para merecer tudo o que me dás, mas espero estar à tua altura, meu amor... meu anjo! Amo-te!"
Escrevi este texto há uns meses atrás e na altura não tive qualquer intenção de o publicar (bom, isso explica o facto de parecer inacabado) . Mas há pouco, enquanto arrumava a minha secretária, encontrei-o e decidi postá-lo! É muito pessoal (acho que dá para ver..) so please take it easy...
Aproveito também para pedir desculpa pela minha ausência.. para além dos trabalhos e exames que se aproximam tenho um novo projecto que me tem ocupado muito tempo.. Mas vou tentar postar qualquer coisa de vez em quando!
Já há alguns dias que não se posta nestas bandas e isso deve-se, somente, ao facto de os bloguers daqui andarem ocupados com outros projectos... A ver se nas férias se começa a postar mais nestas bandas...
Vamos lá, então, falar do que me aqui trouxe. Na passada Sexta-Feira, dia 28, fui ver uma das maiores obras cinematográficas da minha vida. Falo de Kill Bill vol2. Ao ver esta sequela completei a saga de Tarantino. Um filme que preza por um história simples e apelativa - a vingança - mas que, no entanto, tem imensas pitadas de génio. Sim, falo sem problemas de génio. Ao longo do filme vamos encontrando aquelas constantes que marcam os filmes do Sr.Quentin; aqueles diálogos metafóricos e alusivos a certas situações. A banda sonora, mais uma vez, vingou pela sua perfeição. Os sons orientais, ritmados e cheios da energia do neo-Jazz consegue enquadrar-se na perfeição. É de frisar, igualmente, os traços de outras civilizações: A japonesa e a chinesa. Tudo no filme foi, minuciosamente, retratado. A minha parte preferida foi a conversa entre o Bill e a Kiddo sobre a relação Super-Homem / Clark Kent - simplesmente genial. Recomendo o filme a todos os apreciadores da sétima arte.
Ver filmes do Sr.Quentin é sempre um desafio. Eu deixei-me maravilhar com os promenores deliciosos do Pulp Fiction. Esse estrondo cinematográfico não deve ser encarado com arrogância. Entrou para o mainstream pelas melhores possíveis razões; e, assim, vamos vendo pedaços de génio ao longo dos tempos porque, realmente, existem realizadores assim.
Havia outra coisa sobre a qual eu queria falar. Queria gritar ao mundo inteiro o meu orgulho em ver a pessoa que amo fazer o que mais gosta e ter "sucesso" nisso. Queria apontar, aqui e em todo o lado, os seus trabalhos. Dizer que conheço a pessoa em questão. Mas não posso. Não posso relevar a sua identidade. Nem o que é que é. Não posso. Nem na blogosfera podemos ter verdadeira liberdade de expressão sem consequências...
74ª Feira do Livro de Lisboa,
Esta é a feira que eu mais adoro. Enche-me a vista com tanta beleza, a beleza dos livros. Hoje, chegado a casa de mais uma manhã de aulas, lá convenci a minha mãe, portadora do cartão de crédito, a ir comigo a este mundo. É tanta beleza junta, tanta arte, que só me apetece comprar pavilhões inteiros. Mas não posso, as minhas tendências consumistas são sempre cessadas pelo olhar de reprovação da minha mãe...
Chegado à feira, com alguns livros em mente, fui bebendo as montras das várias editoras. Comprei alguns que já me tinham recomendado, outros de autores que eu gosto. A certa altura, dei por mim a imaginar-me numa das capas. O meu nome, o meu livro. Sempre foi um dos meus sonhos, escrever um livro. Hoje em dia quero escrever muitos. Escrever, para mim, é dos prazeres que mais aprecio.
De momento ando a escrever. Talvez este meu esquisso de textos origine um livro. Faz, sensivelmente, um mês desde que o meu disco rígido antigo deu o berro. Com ele, a par de muitas outras coisas, perdi um livro que já andava a escrever. Agora, como recompensa, quero escrever algo maior ainda. Mas exigo demais de mim mesmo, temo sempre que o que escrevo não está bom; quando assim não acontece, simplesmente o que passei para palavras não me soa bem ou, então, não é coerente. Mas, de momento, este é o meu projecto. Escrever um livro. É uma aventura escrever. Da noite para o dia, às vezes de minuto para minuto, as ideias mudam. E nascem, assim, incongruências na escrita, na acção, na personagem.
- Tenta visualizar a personagem como alguém com vida, com presença na realidade - Lady Sianna.
A minha companheira do blog, e não só, deu-me ontem esta ideia. Sabe lá ela o quanto me foi útil. O que até agora tenho escrito está organizado, ao contrário do que é normal. Vendo as personagens como algo de existente, como pessoas reais, escrevo bem melhor em redor delas. E, inclusivamente, passo-lhe traços característicos de pessoas que, realmente, conheço. Passo-lhes, igualmente, traços e pedaços de mim. E vejo-me um bocado no que imagino que vou escrever, no que escrevo e no que leio do que escrevo. Mas é, a nível pessoal, reconfortante reler o que nós escrevemos, quando nos soa bem.
Chegado a casa, arrumei as minhas aquisições. 15 no total, a contar com algumas ofertas em promoções. Estou alegre por ter comprado tanta coisa que me interessa, que me cativa. Regra geral, começo logo a ler um livro que comprei. Mas desta vez não; estou a ler um livro que a Lady Sianna me emprestou, o Nenhum Olhar, de José Luís Peixoto. Comecei-o a ler ontem. Até agora, mais uma vez, estou enfeitaçado, embebido, caçado e hipnotisado em cada uma das suas palavras. Que beleza tão mórbida. Que morbidez tão bela. Peixoto, ao contrário de tudo o que li na minha vida, consegue ter um estilo único e original na sua escrita. Até a construção das frases é sonantemente bela. Quiçá, mais à frente, comentarei o livro. Não prometo nada! Mas leiam José Luís Peixoto... Vale mais do que a pena.
Estava a falar com a Lady Sianna, estava-me a queixar da falta de actividade nos blogs. Os meus preferidos estão com uma actividade quase nula e os que ainda vão postanto qualquer coisa, já não possuem aquele teor que tanto me cativa. Até o hopetears já não tem aquela actividade que em tempos teve.
-Talvez seja por já não ser novidade - Disse-me a Lady Sianna.
Será? Estive a reler os primeiros posts, a reflectir sobre a sua evolução. É engraçado, mas eu, juntamente com o blog, evoluí. A minha alma amadureceu mais um bocado. A minha escrita. As palavras, que outrora saiam para o papel(ou monitor) com relativa dificuldade, agora fluem. Penso que ter lido muito e boas obras nos últimos meses contribuíu para isso. Sim... Este ano, 2004, li um livro que me emocionou, enraiveceu, deixou louco e filosófico. Li uma obra que muito dificilmente será destituída, pelo menos no meu pensamento, do seu altar.
Uma Casa Na Escuridão
Esta obra, mágnifica por natureza, de José Luís Peixoto é um mundo que nasceu na cabeça do autor. E que nos permite visualizar, se bem que mentalmente, esse mesmo universo à nossa maneira. Convém frisar que a sua escrita, para além de extremamente original, é mais do que cativante. É viciante. Faz-nos não querer largar o livro por um segundo. Queremos devorar aquelas páginas, que nunca serão verdadeiramente nossas, para sabermos mais. Entrelinhas descobrimos as personagens da narrativa. E, pelo menos aconteceu comigo, vamos tentando juntar traços dos perfis das personagens para culminarmos com um retrato, longe de fidedigno, do autor. É aliciante. E a pensar que conheci o nome de Peixoto por causa dos Moonspell...
Mas vamos lá então, finalmente, falar do que me levou aqui a postar. A habituação a algo é nociva, e de que maneira. Disse, no post anterior, que a Habituação é um dos males, dos podres, dos cancros da natureza. Mas, acredito piamente, que ela vem em passos brandos, não deixando que o barulho toque ao de leve o silêncio. Vou ilustrar este meu pensamento com um exemplo:
Uma criança vê, na televisão, um brinquedo. A partir desse momento deseja, ardentemente, esse brinquedo, quer desesperadamente brincar com ele. Chega, inclusivamente, a sonhar com ele. Quando o recebe, a euforia é tanta que se dedica exclusivamente a ele. Brinca, a toda a hora, com ele, dorme com ele. Até ao dia que aparece um brinquedo novo ou então, pura e simplesmente, farta-se dele.
Podemos aplicar, na minha opinião, este exemplo a muitos adultos a aos seus respecivos sonhos/objectivos. Quando tomados pela certeza, nós não damos o devido valor ao que temos. Quem me disse isto, mais do que repetidamente e em várias conversas, foi a Lady Sianna. Nos últimos dias, e principalmente hoje, tenho pensado nisto. Um dos valores que nós devemos ter, por excelência, é a capacidade de vermos e tratarmos aquilo que temos com o devido valor. Podemos descurar um bocado, é normal na humanidade, mas por sistema não. Não é justo para nós, nem para o que está em questão. Eu às vezes cometo esse erro; sou Humano. Mas, para me acordar, basta uma sacudidela, um aperto nas orelhas. Sim, porque nem sempre vemos tudo. Às vezes, muitas vezes, só vemos aquilo que queremos. Têm que ser aqueles que Amamos a cuidar de nós. Pois em solidão nada somos. Em companhia, quando genuína, somos tudo.
A Perfeição só é conseguida a dois, a duas almas gémeas.
Concordo. Esta visão neo-platónica do "Duas cabeças valem mais que uma" resume aquilo que eu acho que preciso para viver. De mim e de mais alguém. Alguém que me alerte para os meus podres. Os meus Erros. Alguém que me mostre o mundo. E assim, vou crescendo em sanidade com os meus valores.
Humans are wretched things...
Ouvi isto ontem. Na noite amena, doce e confortável; na, igualmente, noite que acabou por se tornar fria. Os Deuses deviam estar a chorar, e que remédio; O Inverno acabou. Mas isso, só isso, são contos, histórias para outra altura. Ouvi isto ontem. Pela boca de Aquiles, o guerreiro. Até que ponto é que a cultura americana impregnou esta obra épica(o filme é o reflexo da história que, por sua vez, é épica...) ao ponto de querer colar os seus, típicos, americanismos à voz de personagens belas, desumanas e deveras poéticas. Aquiles, o Grego, disse isto ontem à noite. Palavras, não passam de palavras. Ditas por uma personagem mítica(?), por um actor americano, por um realizador americano. A mim, só me resta a esperança, súplica de que muitas das falas tenham sido fiéis ao original, à epopeia. Nasceu nessas palavras um pensamento. O de que, no passado distante, nos primórdios das grandes civilizações, alguém tenha dito algo de tão inteligente.
É engraçado, cómico até, pensarmos no quão o bravo Aquiles tinha razão. Na noite amena que ontem se sentiu, na noite que depois de amena ficou fria, pensei no quão vil a Humanidade é. Somos os lodo, o parasita que habita, corrói e destrói o planeta terra. E queixamo-nos dos virús que andam por aí... Do meu pensamento, da minha ociosidade física, criou um organigrama mental da organização dos podres Humanos, personificando-os em sentimentos, emoções. E surgem assim 3 causas, na minha mente, da podridão da mente Humana. Orgulho, Arrogância e Hbituação. Eis o problemas, os cancros, os virus, os podres e todo aquele lodo nojento que é o Ser Humano. Qual é a moral da história? Acho que nenhuma. O que aqui escrevi, para mim, é factual; só me resta concordar com os nihilismos, cada vez maiores, que começam a surgir na cultura mais jovem. Mas algo eu aprendi, nessa noite amena, nessa noite amena que se tornou fria, nesse pensamento, nesse organigrama mental, em mim. O que é que aprendi? Que a Humanidade é um conjunto de parasitas cruéis.
Versar sempre foi uma das minhas paixões. Bem maior que a prosa. Mas sempre tive um medo, imenso, de a mostrar. Não sei, tenho medo de ver o que eu crio ser julgado. Estive a arrumar umas coisas, uns e-mails, e encontrei um poema relativamente antigo... Decidi-me a posta-lo aqui; Acho que o facto de andar ocupado com outros projectos e, como a Lady Sianna disse, deixar o blog para segundo plano contribuiu para a minha decisão. De momento eu e a Lady Sianna andamos super atarefados, com outros projectos, mas continuamos a adorar o blog. Não pensem que é preguiça! Daqui a uns tempos a escrita, pelo menos da minha parte, voltará à sua "normalidade".
O nada é o que sinto,
da incerteza jaz o alimento;
do tormento que respiro
cuja corda enforcou.
A escuridão dos dias passa,
iluminando a noite fria;
que por ódio a trespassa,
pela porta que abria.
A chave era o que não era,
aquilo que nunca fui!
olhos sujos e magoados,
face em lágrimas, sempre flui.
Faço da dor o meu tormento,
da mágoa o alimento;
de uma vida que me mata -
e na morte me maltrata...
Será a dor uma ilusão?
Ou a vida desilusão?
O mundo arde em chamas...
Ai! Não sou livre de existir,
Estou preso ao meu pensar
maldição daquele que sente,
e que o mundo nunca vai amar.
Lágrimas de esperança!
Perdição do não pensar.
Do pensamento nada resta,
pois da erosão nada presta...
Sou portanto amaldiçoado
e em sangue retratado...
13 de Abril.
O HopeTears existe desde Setembro! Foi imaginado por dois recentes amigos no início do mês, e foi posto em prática no dia 17 de Setembro...
Apesar de termos sido apresentados há alguns anos, eu e o Downthesun só nos conhecemos realmente há menos de um ano! A empatia não foi imediata, e para ser honesta, não fosse um comentário inteligente dele à minha pessoa e poderiamos nunca passar de conhecido! A amizade nasceu aos poucos, e acabamos por reconhecer que tinhamos bastante em comum, um desses pontos era a escrita... não me considero boa escritora, mas o papel é o meu refúgio, as palavras aliviam-me as dores...
O assunto blog foi trazido à baila por mim... Nunca tinha lido nada do Downthesun, mas a julgar pelas nossas intermináveis conversas cibernáuticas os textos só podiam ser bons. (e digam lá... o rapaz tem jeito, não tem?)
A escolha do nome não foi muito difícil, HopeTears pareceu-nos o único que fazia sentido na altura... e agora também, talvez ainda mais!
O tempo passou e a nossa amizade tornou-se mais forte. Acabamos a confessar um ao outro pensamentos que nem para nós admitiamos. Deixamos que o outro nos visse como um ser totalmente transparente... Apesar de cada um guardar o seu próprio e maior segredo! Segredos esses desvendados com uma noite no bairro alto regada em q.b. de alcóol... estavamos apaixonados e escondemos tudo com medo de perder a amizade!
Para os nosso leitores mais antigos, ou para quem já esquadrinhou os nossos arquivos pode perceber a evolução da nossa relação.. (Lembro de novo que eramos somente amigos - também nas nossas cabeças e até no coração - quando inciamos o blog) talvez até consiga acertar na data do início do namoro! Continuamos juntos e felizes (bom, com a nossa relação pelo menos), até porque provavelmente o blog não sobreviveria à nossa separação... nem sei se nós sobreviveriamos à nossa separação...
Voltando ao HopeTears... o anonimato foi imperativo desde o início! Não somos pessoas que se dêm a conhecer facilmente e aqui queriamos expor o nosso íntimo.. Aqui damo-vos a conhecer os nossos sentimentos, e há algo mais íntimo que isso?! A não divulgação do blog entre amigo e conhecidos era totalmente impensável... Mas houve uma excepção, a Maria, autora do extinto blog ovosestrelados, apesar de não a poder considerar uma amiga foi uma pessoa bastante importante para mim, mostrou que apesar de se entrar na fase adulta não temos de perder os nosso ideais juvenis! Obrigado Maria (prometo visitar-te um dia destes!)
Apesar de não nos identificarmos como autores do HopeTears... e isto deixa-nos sempre com o ego elevado, temos ouvido alguns comentários positivos entre o nosso grupo de conhecidos. (hihihihi.. mal sabem eles que andam a falar de nós) Por isso, se tiverem algo a dizer sobre o blog podem sempre comentar com os amigos, talvez sejamos nós.. ou então limitem-se a comentar os posts ou a enviar e-mails, é bem mais eficaz e nós ficamos igualmente orgulhosos!
Ultimamente o blog tem ficado para segundo plano, andamos a passar por fases mais dispersas em que outros projectos pedem a nossa atenção mais urgente. No entanto tentamos não descurar o blog, aliás andamos cheios de ideias.. uma delas é um site, tipo backup, do blog.. Ora aqui está elel (Gostam da foto?! A montagem é minha :))
Bom.. o post já vai longo, já vos contei as novidades e dei a conhecer um pouco de nós. Espero que nos continuem a ler e que nos comentem também, porque gostamos sempre de saber as opiniões de outros! Obrigado!
Lady Sianna
A minha última entrada falava de instantes; não foi só na última entrada, foram em muitas outras. Os instantes perfazem momentos e, esses momentos, são a divisão parcial da nossa vida. Vivemos momentos, auges, terminações e cliclos infinitos. Os momentos têm sido constantes repetições, dores de um passado que teima em assombrar-me com a sua melodia. As suas notas são mais afiadas que uma espada e, sem complexos, trespassam-me.
Na rua, nas estações ferroviárias, eu vejo as pessoas. A sua totalidade enoja-me, consegue repugnar-me ao ponto de, no fundo, querer e desejar, loucamente, a sua tortura. Mas esse aglomerado de pessoas com que me cruzo todos os dias é uma totalidade constituída por indivíduos; Eu amo o indivíduo. Continuo, cegamente, a ser movido pela Esperança. O tempo corre e eu vejo o mundo a andar ainda mais rápido do que eu... As pessoas no meu dia já quase que não me dizem nada, pois nada têm para dizer. São tudo aquilo que mais me incomoda.
Sou salvo, todos os dias, pela excepção que vai contra à escravidão com que sou obrigado a conviver.
"I sold my soul... " Fear Factory, SLAVE LABOR, Archetype [2004]