Que se faça então uma espécie de prefácio à "obra" que irá decorrer nos próximos tempos. Que melhor maneira de exteriorizar os meus pensamentos e ideais pode haver que senão sob a forma de um Manifesto. Um manifesto escrito, não com os intuitos, por exemplo, de Karl Marx, mas sim de demonstrar a minha visão da sociedade e as possíveis soluções para o melhor funcionamento desta. Há que atentar, primeiramente em alguns promenores, no conteúdo e no título do manifesto. Poderia chamar-lhe Libertação De Qualquer Coisa... Mas já existem quase todas as associações, com as suas respectivas escritas, munidas de um movimento e convicções extraordinários, de defesa de algo. Volto a frisar novamente que a opção de intular estas escritas(quem sabe, posteriormente, compiladas numa obra única) de Manifesto assenta no princípio que me vou limitar e restringir à minha insignificância enquanto produto de uma sociedade podre e putrefacta e apenas frisar os problemas que considero mais graves e as, minhas subentenda-se, soluções. Digamos que até poderemos encarar muitas das minhas observações como códigos de conduta com o objectivo de alterar qualquer coisa no mundo. O seu título, "Esperanza", é como um tributo ao sentimento que mais importante é para mim, é uma dedicatória ao blog em si, e um tributo a mim mesmo. Arrogâncias e falsas modéstias aparte, quero apenas reforçar a minha opinião de que a opção de ir publicando textos no blog, para além do próprio tributo a este, advém da minha necessidade de anonimato. Não quero, nem ideias tenho, de formar qualquer tipo de movimento(uma possibilidade a ser revista daqui a alguns anos...), apenas de expôr o que eu sinto e vejo na sociedade que me rodeia.
Agradeço então aos leitores e espero que não importem com os textos que se seguiram no blog. Para uma melhor separação de conteúdos o título das entradas será sempre o título desta, seguida do número da entrada, relativamente às relacionadas com o mesmo assunto.
Sempre vosso,
Uma sociedade é um colectivo de pessoas, isto claro, se quisermos obter uma significância muito resumida. Sendo assim para mudarmos uma mentalidade colectiva precisa-se de mudar a mentalidade e crenças de cada indivíduo. O que nos leva então a uma simples, mas muito importante, conclusão:
A revolução começa em cada um de nós.
Se nós temos críticas a fazer ao que nos rodeia, se estamos em desacordo com normas do sistema devemos mostrar isso no nosso quotidiano. Os nossos valores, regras e acções deverão ser sempre contra aquilo que nós não gostamos. Uma espécie de cliché do tipo "Não faças aos outros aquilo que não gostas que te façam."
Continua...
Publicado por Downthesun em janeiro 4, 2004 02:44 PM
hy... fiquei contente ao ver, que tens o meu blog referenciado, irei por o teu quando tiver tempo, se bem, que não são as visitas do meu canal, que te darão grande impacto...
Gostava apenas de comentar algo.. acho que tens a letra dos textos muito grande, o que dá um aspecto massudo, e não muito bom de ler... é uma opinião...
Afixado por: Chino em janeiro 9, 2004 12:58 AM